Faixa elevada de pedestre
Faixa elevada é travessia no nível da calçada, com rampas nas pontas. Serve à continuidade do passeio, não só à redução de velocidade. Os critérios de projeto que definem onde ela cabe.
A lombada elevada é um platô no nível da calçada, com rampas nas pontas. Serve à travessia de pedestre, não só à redução de velocidade. Veja onde ela é a solução certa.
Atualizado em 03/09/2026 · Revisado pela engenharia da Revlo
A lombada elevada — também chamada de travessia elevada ou faixa elevada — é um platô construído no nível da calçada, com rampas de acesso nas duas pontas. O veículo sobe, atravessa um trecho plano e desce.
A diferença em relação à lombada de concreto comum não é o formato: é o objetivo. A lombada comum existe para reduzir velocidade. A elevada existe para dar continuidade ao passeio: o pedestre atravessa sem descer da calçada, e é o veículo que muda de nível.
Essa inversão é o ponto inteiro. Quem tem dificuldade de locomoção — cadeira de rodas, carrinho de bebê, idoso — atravessa no plano.
Como toda intervenção em via pública, depende de projeto e autorização do órgão de trânsito, e as dimensões — comprimento das rampas, extensão do platô e altura — seguem o que o CONTRAN define.
O assunto tem um bloco próprio neste guia, escrito para quem desenha e orça: faixa elevada de pedestre — com dimensões e normas, detalhe construtivo, escolha do material e composição de custo.
A rampa é a parte que mais erra na execução. Rampa curta demais transforma a travessia elevada num degrau, e o resultado é pior que o da lombada que ela substituiu.
Faixa elevada é travessia no nível da calçada, com rampas nas pontas. Serve à continuidade do passeio, não só à redução de velocidade. Os critérios de projeto que definem onde ela cabe.
Altura máxima de 15 cm, plataforma de 5 a 7 metros, rampas com inclinação entre 5% e 10%: as dimensões da travessia elevada pela Resolução CONTRAN 738/2018, e as 12 situações que a proíbem.
O que um detalhe de travessia elevada precisa mostrar em planta e em corte: rampas, drenagem, encontro com o passeio, sinalização e as três omissões que mais geram erro em obra.